Ayrton Senna testando um NSX em SUZUKA - 280 km/h.

Observe o trabalho do pé direito enquanto faz a curva, freiando  E acelerando ao mesmo tempo, para não deixa cair a rotação do motor.

Ah… de sapato social! ;-)

Ressaca do consumo brasileiro: esteja preparado.

Não concordo integralmente, mas existem várias lições que podem ser retiradas.
Hoje o Brasil, com o BOOM da economia, vive uma fase de consumo
desenfreado, mas depois a conta vai chegar, o crédito vai sumir.

Educação Financeira e nossos avós:

http://www.boicotasp.com.br/educacao-financeira-e-nossos-avos/

Por que tudo custa tão caro no Brasil:

http://super.abril.com.br/blogs/crash/pagina-exemplo/

Há uma relação direta entre a classe média holandesa limpar seu próprio banheiro e poder abrir um Mac Book de 1400 euros no ônibus sem medo.

Retirado de: http://caiobraz.com.br/da-relacao-direta-entre-ter-de-limpar-seu-banheiro-voce-mesmo-e-poder-abrir-sem-medo-um-mac-book-no-onibus/

Excelente texto extraído do blog de Daniel Duclos, brasileiro que atualmente mora na Holanda. De uma lucidez impressionante.

A sociedade holandesa tem dois pilares muito claros: liberdade de expressão e igualdade. Claro, quando a teoria entra em prática, vários problemas acontecem, e há censura, e há desigualdade, em alguma medida, mas esses ideais servem como norte na bússola social holandesa.

Um porteiro aqui na Holanda não se acha inferior a um gerente. Um instalador de cortinas tem tanto valor quanto um professor doutor. Todos trabalham, levam suas vidas, e uma profissão é tão digna quanto outra. Fora do expediente, nada impede de sentarem-se todos no mesmo bar e tomarem suas Heinekens juntos. Ninguém olha pra baixo e ninguém olha por cima. A profissão não define o valor da pessoa – trabalho honesto e duro é trabalho honesto e duro, seja cavando fossas na rua, seja digitando numa planilha em um escritório com ar condicionado. Um precisa do outro e todos dependem de todos. Claro que profissões mais especializadas pagam mais. A questão não é essa. A questão é “você ganhar mais porque tem uma profissão especializada não te torna melhor que ninguém”.

Profissões especializadas pagam mais, mas não muito mais. Igualdade social significa menor distância social: todos se encontram no meio. Não há muito baixo, mas também não há muito alto. Um lixeiro não ganha muito menos do que um analista de sistemas. O salário mínimo é de 1300 euros/mês. Um bom salário de profissão especializada, é uns 3500, 4000 euros/mês. E ganhar mais do que alguém não torna o alguém teu subalterno: o porteiro não toma ordens de você só porque você é gerente de RH. Aliás, ordens são muito mal vistas. Chegar dando ordens abreviará seu comando. Todos ali estão em um time, do qual você faz parte tanto quanto os outros (mesmo que seu trabalho dentro do time seja de tomar decisões).

Esses conceitos são basicamente inversos aos conceitos da sociedade brasileira, fundada na profunda desigualdade. Entre brasileiros que aqui vêm para trabalhar e morar é comum – há exceções -  estranharem serem olhados no nível dos olhos por todos – chefe não te olha de cima, o garçom não te olha de baixo. Quando dão ordens ou ignoram socialmente quem tem profissão menos especializadas do que a sua, ficam confusos ao encontrar de volta hostilidade em vez de subserviência. Ficam ainda mais confusos quando o chefe não dá ordens – o que fazer, agora?

Os salários pagos para profissão especializada no Brasil conseguem tranquilamente contratar ao menos uma faxineira diarista, quando não uma empregada full time. Os salários pagos à mesma profissão aqui não são suficientes pra esse luxo, e é preciso limpar o banheiro sem ajuda – e mesmo que pague (bem mais do que pagaria no Brasil a) um ajudante, ele não ficará o dia todo a te seguir limpando cada poerinha sua, servindo cafézinho. Eles vêm, dão uma ajeitada e vão-se a cuidar de suas vidas fora do trabalho, tanto quanto você. De repente, a ficha do que realmente significa igualdade cai: todos se encontram no meio, e pra quem estava no Brasil na parte de cima, encontrar-se no meio quer dizer descer de um pedestal que julgavam direito inquestionável (seja porque “estudaram mais” ou “meu pai trabalhou duro e saiu do nada” ou qualquer outra justificativa pra desigualdade).

Porém, a igualdade social holandesa tem um outro efeito que é muito atraente pra quem vem da sociedade profundamente desigual do Brasil: a relativa segurança. É inquestionável que a sociedade holandesa é menos violenta do que a brasileira. Claro que aqui há violência – pessoas são assassinadas, há roubos. Estou fazendo uma comparação, e menos violenta não quer dizer “não violenta”.

O curioso é que aqueles brasileiros que queixam-se amargamente de limpar o próprio banheiro, elogiam incansavelmente a possibilidade de andar à noite sem medo pelas ruas, sem enxergar a relação entre as duas coisas. Violência social não é fruto de pobreza. Violência social é fruto de desigualdade social. A sociedade holandesa é relativamente pacífica não porque é rica, não porque é “primeiro mundo”, não porque os holandeses tenham alguma superioridade moral, cultural ou genética sobre os brasileiros, mas porque a sociedade deles tem pouca desigualdade. Há uma relação direta entre a classe média holandesa limpar seu próprio banheiro e poder abrir um Mac Book de 1400 euros no ônibus sem medo.

Eu, pessoalmente, acho excelente os dois efeitos. Primeiro porque acredito firmemente que a profissão de alguém não têm qualquer relação com o valor pessoal. O fato de ter “estudado mais”, ter doutorado, ou gerenciar uma equipe não te torna pessoalmente melhor que ninguém, sinto muito. Não enxergo a superioridade moral de um trabalho honesto sobre outro, não importa qual seja. Por trabalho honesto não quero dizer “dentro da lei” -  não considero honesto matar, roubar, espalhar veneno, explorar ingenuidade alheia, espalhar ódio e mentira, não me importa se seja legalizado ou não. O quanto você estudou pode te dar direito a um salário maior – mas não te torna superior a quem não tenha estudado (por opção, ou por falta dela). Quem seu paí é ou foi não quer dizer nada sobre quem você é. E nada, meu amigo, nada te dá o direito de ser cuzão. Um doutor que é arrogante e desonesto tem menos valor do que qualquer garçom que trata direito as pessoas e não trapaceia ninguém. Profissão não tem relação com valor pessoal.

Não gosto mais do que qualquer um de limpar banheiro. Ninguém gosta – nem as faxineiras no Brasil, obviamente. Também não gosto de ir ao médico fazer exames. Mas é parte da vida, e um preço que pago pela saúde. Limpar o banheiro é um preço a pagar pela saúde social. E um preço que acho bastante barato, na verdade.

Há 22 anos atrás.

Pearl Jam - Alive Acústico - Unplugged - HD

Por quê não entro na TelexFree, NNex e correlatos

Texto de um amigo, Buca Dantas (https://www.facebook.com/bucadantas),
que resume bem minha posição sobre o assunto.

Depois da insistência de tanta gente e da inundação de mensagens que venho recebendo no facebook e twitter resolvi me manifestar sobre essa questão. É um desabafo tão somente.
Entre os integrados [como diria Umberto Eco] encontram-se amigos queridíssimos meus. Gente boa de verdade e exemplos de vida, de superação e de luta. Pessoas que militam no campo da defesa dos direitos, inclusive. Entretanto, creio que me cabe como formador de opinião [condição na qual tenho consciência de meu pertencimento como artista] me expor.
Nosso país encontra-se numa situação sócio-econômica inédita! Ano passado as classes C e D superaram, pela primeira vez em nossa História, as classes B e A em consumo. Milhões de pessoas consumindo bens e serviços impensáveis antes dos governos do PT de Lula e Dilma. Isso é a novíssima realidade brasileira. Oportunidades surgem e se consolidam diariamente.
O fenômeno da proteção patrimonial [fase que essas pessoas devem estar passando] tem um estudo clássico: A Ética protestante e o espírito do capitalismo, de Max Weber. O livro não vai falar estritamente do protestantismo como prática religiosa, mas de como as pessoas vão se apropriar dos textos evangélicos para legitimar uma ideologia economicista. Então que não precisa falar mais do mesmo. Basta ler essa nova/velha bíblia do subterfúgio divino-financeiro pra expurgar qualquer sombra de pecado.
Pirâmides são estruturas financeiras nas quais quem entra repassa o ônus para quem entra na sequência. Simples assim. Ganha mais quem entra antes, porque a base subsequente será maior. O final disso é as pessoas se retroalimentarem, como um grande festin canibalesco de portas trancadas [pois que a idéia exauriu o entorno e ninguém entra mais] na qual os próprios bens são injetados para manter a serotonina em alta.
A liga de motivação é a sensação de ganho fácil e imediato.
Faço parte de uma família de dez irmãos na qual nenhum cedeu aos cantos de mais essa sereia. Não sei os motivos de todos, mas dos que conversei a respeito o motivo de não aderir a essa nova seita financeira é o simples fato de não querer, pois que já possuem uma atividade econômica com a qual mantém a vida. Além disso temos a solidariedade entre irmãos, que vem dando certo há mais de quarenta anos.
Coloquei financeiro e econômico num mesmo parágrafo pra distinguir coisas diferentes mas aparentemente iguais. Essas neopirâmides não tem natureza econômica, mas financeira. Não produz nada e a única coisa que movimenta é informação. Não é ação industriosa, mas comunicacional. Trabalha e movimenta informação midiática e de valor monetário, tão somente.
Quero crer que a maioria das pessoas que cedem a esse tipo de exploração [pois que é uma ação de ganho] o faz por realmente não saber que o seu ganho vai infalivelmente acarretar na perda de outras pessoas. E isso, pra mim, é algo entranhadamente abominável. Não quero que ninguém perca para que eu ganhe, ainda mais sendo 100% dessas pessoas da classe trabalhadora como eu.

“Uncle Drew”

Em uma ação de Marketing da Pepsi, o jogador de basquete do Cleveland Cavaliers e Rookie of the Year, Kyrie Irving se maquiou como um velho (Uncle Drew) que jogou basquete quando jovem.

Numa partida de Street Ball, “tio Drew” substituiu um jogador que se machucou. No começo parece que não ia agüentar o “tranco”, mas depois “tio Drew” dá um show.

Pepsi MAX & Kyrie Irving Present: “Uncle Drew”
http://www.youtube.com/watch?v=8DnKOc6FISU

Pepsi MAX & Kyrie Irving Present: “Uncle Drew: Chapter 2” http://www.youtube.com/watch?v=MLyvkBifQ3w

Segundo comentários: “Players and spectators at the basketball court were told that they would be filmed for some “basketball b-roll footage” for a local TV station. Put it this way: these young bloods had no idea what was coming.”

Problema de TweetDeck no Windows 8

Após fazer a atualização do Windows 7 pro 8, tudo funcionou bem, menos o TweetDeck, quem não logava de forma alguma.

A mensagem que aparecia era:

Unable to connect.  Please check your network.

Consegui resolver assim:

  1. Close Tweetdeck
  2. Open Internet Explorer
  3. Go to https://api.tweetdeck.com
  4. Close IE
  5. Start Tweetdeck
  6. Log on.
Corsair nunca mais.

No dia 03/06/2011 comprei uma fonte (PSU) Corsair, modelo CX500 (foto), sabendo de toda tradição da marca.
Tenho uma GTX 560TI, placa de vídeo que exige uma boa fonte, então optei por essa Corsair, que tem 500w de potência real. Ao comprar e pagar caro em uma fonte dessa, achava que ficaria uns 2 ou 3 ano com ela. Para minha surpresa, após 3 meses notei que em uso extremo, no meio de um jogo em sua configuração máxima o PC reiniciava. Fiz todos os testes: memória, aquecimento, placa de vídeo e por fim na fonte, que era onde apresentava o problema. Levei na loja que comprei e consegui trocar. Por falta de opção peguei uma fonte exatamente igual. Como era Corsair, resolvi dar uma chance a mais. Ocorre que agora, após 1 ano da troca, ou 1 ano e 3 meses da compra, a fonte simplesmente não liga mais. E a loja não quis mais trocar.
Ou seja: duas fontes Corsair morrendo em apenas 1 ano! Pra completar, entrei em contato com o fabricante, já que a fonte tem garantia de 3 anos. Resultado: não existe representante no Brasil e teria que enviar pros EUA! Imagina o frete pra uma fontes dessa e a burocracia na volta (pagamento de impostos). Resultado: a fonte vai pro lixo e a marca, em minha opinião, também.
Comprei uma fonte da OCZ agora, vamos ver no que dá.

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